Hotel Panorama
Av. JK, S/n - St. Industrial, Juína - MT, 78320-000
(66) 99922-9516
Isso aqui é turismo em Juína pra quem quer conhecer (ou mostrar pra visita) o melhor da cidade: a história por trás da "Rainha da Floresta" — da colonização planejada ao garimpo de diamantes — e os principais pontos turísticos, da Lagoa da Garça à Catedral Sagrado Coração de Jesus. Um roteiro simples pra aproveitar Juína com calma, seja num fim de semana ou de passagem pela região.
Esta página reúne 10 opções de turismo em Juína-MT, em 1 categoria — com endereço, telefone e WhatsApp verificados no Google. Toque numa categoria pra abrir as opções.
Av. JK, S/n - St. Industrial, Juína - MT, 78320-000
(66) 99922-9516
Av. Mato Grosso, 769-N - Centro, Juína - MT, 78320-000
(66) 99656-1370
Setor Rural - Linha J; 78320000 Juína Á 1100 da MT 170 - Linha J - Juína, MT, 78320-000
(66) 98423-6768
Av. Mato Grosso, 344n - Centro, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-1343
Av. JK, 5590e - St. Industrial, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-4900
Av. Nove de Maio, 438N - Centro, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-1851
Av. Gabriel Müler, s/n - Módulo 2 - Centro, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-1434
Av. Gabriel Müler, 361 - Módulo II, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-2452
Av. Gabriel Müler, 402 N - Módulo 02, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-3158
Avenida Mahatma Gandhi, 212N - Lote 64 - Módulo 01, Juína - MT, 78320-000
(66) 3566-1722
Dados fornecidos por Google Maps. Última atualização: 20 de agosto de 2026 — encontrou algo desatualizado? nos avise no WhatsApp.

Juína é uma das cidades planejadas mais jovens de Mato Grosso — não cresceu aos poucos, nasceu de um projeto de colonização. Em 1974, a CODEMAT (Companhia de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso) firmou convênio com a SUDECO, dentro do programa federal Polamazônia, para ocupar a região do Alto Aripuanã. O "Projeto Juína" foi formalizado em 23 de janeiro de 1976, prevendo cerca de 411 mil hectares de terra às margens da rodovia que liga Vilhena a Aripuanã (a AR-1).
A colonização efetiva começou em 1978, puxada pelo engenheiro Hilton de Campos — mato-grossense de Cáceres, ex-funcionário da CODEMAT e considerado o fundador da cidade — e por famílias vindas do centro-sul do país em busca de terra. O povoado foi elevado a distrito em 10 de julho de 1979 e, pela Lei nº 4.456 (do deputado estadual Oscar Ribeiro), tornou-se município independente em 9 de maio de 1982, desmembrado de Aripuanã. Orlando Pereira assumiu como primeiro prefeito em janeiro de 1983, com uma câmara de sete vereadores presidida por Lafaete Jacomel — e até hoje o dia 9 de maio é o aniversário da cidade, comemorado com o FESCAJU.
No fim dos anos 1980, Juína viveu um dos capítulos mais intensos da sua história: a corrida pelo garimpo de diamantes. Em 1989, a produção chegou a 400 mil quilates por mês, com 75% do volume negociado pela bolsa de pedras da própria cidade. O garimpo atraiu gente de todo o Brasil e mudou o perfil da cidade rapidamente: a população urbana saltou de cerca de 30% para 70% do total em poucos anos. Com o enfraquecimento do garimpo no início dos anos 1990, a economia se reorganizou em torno da agropecuária e da madeira — o que deu à cidade o apelido de "Rainha da Floresta", que carrega até hoje, ao lado de "Capital do Nortinho", em referência à região Noroeste de Mato Grosso.
Hoje Juína tem cerca de 46 mil habitantes (Censo IBGE 2022) espalhados por um território de mais de 26 mil km² — um dos maiores municípios do estado —, e funciona como polo regional de comércio e serviços para boa parte do Noroeste de Mato Grosso e do Vale do Juruena. Fica a cerca de 720 km de Cuiabá, a capital do estado.
Quem visita ou mora em Juína encontra atrações que vão do contato com a natureza a marcos religiosos e arquitetônicos. Veja os principais:

O point mais conhecido da cidade pra quem busca ar livre: pistas de caminhada, equipamentos de ginástica ao ar livre e uma lagoa com peixes, cercada por mata preservada onde é comum avistar animais silvestres. É também onde acontece o tradicional Festival de Pesca, no segundo semestre.

Sede da Diocese de Juína (criada pelo Papa João Paulo II em 23 de dezembro de 1997) e um dos cartões-postais da cidade. Fica na Av. Holmes Ioris, 520N, Módulo 01, com arquitetura ampla e acolhedora — parada certa pra quem quer conhecer um pouco da história religiosa do município.

Na Av. Mato Grosso, no Centro, é uma das praças mais queridas da cidade — criada ainda no fim dos anos 1980, na segunda gestão do então prefeito Liceu Alberto Veronese. Além do uso cotidiano pra caminhada e convivência, é o palco do tradicional Natal Iluminado no fim do ano, quando ganha decoração especial e recebe a chegada do Papai Noel (veja mais no nosso calendário de eventos de Juína).

Na Av. dos Jambos, Módulo 03, é o centro das atividades culturais do município: sedia aulas de violão pra crianças e adolescentes, programas de incentivo à leitura e o trabalho de catalogação do patrimônio histórico da cidade. Vale a visita pra quem quer conhecer o lado cultural da "Rainha da Floresta" além dos pontos naturais.

Na Av. das Camélias, a cerca de 800 m do terminal rodoviário, é o point das frutas, verduras, legumes e produtos direto do produtor, administrada pela Associação dos Produtores Feirantes de Juína (Aprofeju). Funciona em dois horários fixos: domingo de manhã cedo (4h às 11h) e quarta à tarde (15h às 18h). Desde 2021 conta com praça de alimentação própria — boa pedida pra comer algo depois das compras.

A cerca de 12 km do centro, é um espaço religioso em formato de cruz, com gruta e pedras com a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Reúne peregrinos, ciclistas e famílias em busca de um momento de contemplação — e é parada certa pra fotos com vista.

A cerca de 50 km da cidade, às margens do Rio Juruena, é um distrito rodeado por vegetação e águas cristalinas — ótimo passeio pra quem busca um dia mais tranquilo, em contato com a cultura ribeirinha da região. É também palco da tradicional Festa do Peixe, em setembro.

Espaço familiar com pomar de mais de 55 espécies de frutas — maracujá-doce, biribá, cupuaçu e outras —, onde o visitante colhe direto do pé. Tem suco natural, parquinho, lagoa pra pesca gratuita e música ao vivo aos domingos, com acessibilidade.

Restaurante com entrada e estacionamento gratuitos, pratos à la carte e porções — e os peixes pescados no local podem ser comprados por quilo. Tem espaço para eventos e estrutura acessível.
Quer saber onde comer e beber à noite na cidade? Veja também nosso guia de onde ir em Juína.